Neotropical Entomology (2001) 30, 429-432

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Alexander M. Auad, Luciana C. Toscano, Arlindo L. Boiça Júnior and Sérgio De Freitas (2001)
Aspectos Biológicos dos Estádios Imaturos de Chrysoperla externa (Hagen) e Ceraeochrysa cincta (Schneider) (Neuroptera: Chrysopidae) Alimentados com Ovos e Ninfas de Bemisia tabaci (Gennadius) Biótipo B (Hemiptera: Aleyrodidae)
[Biological aspects of immature stages of Chrysoperla externa (Hagen) and Ceraeochrysa cincta (Schneider) (Neuroptera: Chrysopidae) fed on eggs and nymphs of Bemisia tabaci (Genn.) biotype B (Hemiptera: Aleyrodidae)]
Neotropical Entomology 30 (3), 429-432
Abstract: The biological aspects of immature stages of Chrysoperla externa (Hagen) and Ceraeochrysa cincta (Schneider) fed on eggs and nymphs of Bemisia tabaci (Genn.) biotype B were evaluated. Eggs of the predators were individualized into 2.5 cm in diameter and 8.5 cm tall flat bottom glass vials which were maintained 25±2ºC temperature, 70±10% RH and 14h photophase. After larvae eclosion, 2 cm in diameter disks of tomato and cabbage leaves containing eggs and nymphs of B. tabaci, respectively, were then placed in the vials. Duration and viability of each larval instar as well as of the pupal phase of both predator species fed on different stage of the prey were evaluated. First-instar larvae of C. externa had longer development when fed on eggs of B. tabaci biotype B, thus showing that the stage of the prey offered did affect the developmental period. The same did not occur for C. cincta. The development of the 1st-instar larvae of both predator species was similar when fed on B. tabaci eggs; however, C. cincta presented a longer development period (5.4 days) as compared to C. externa (4.0 days) when fed on nymphs of the prey. For 2nd- and 3rd-instar larvae and for the duration of the larval phase there was no effect of the stage of the prey offered (egg or nymph) on the developmental period. The duration of the 2nd instar was longer for C. cincta than for C. externa (4.8 and 4.1 days, respectively). However the duration of the 3rd instar was longer and the larval phase was shorter for C. externa (6.6 and 15.3 days, respectively) than for C. cincta (6.4 and 16.7 days, respectively). The larval instars viability was above 90% for both species. Nevertheless, lower percent viability of the pupal phase was recorded for C. cincta, when fed on eggs (30%) or nymphs (55.6%).

Foram avaliados os aspectos biológicos dos estádios imaturos de Chrysoperla externa (Hagen) e Ceraeochrysa cincta (Schneider), alimentados com ovos e ninfas de Bemisia tabaci (Genn.) biótipo B. Ovos dos predadores foram individualizados em recipientes de vidro de fundo chato com 2,5 cm de diâmetro e 8,5 cm de altura que foram mantidos à temperatura de 25±2ºC, UR de 70±10% e fotofase de 14h. Após a eclosão das larvas, discos de folhas de tomateiro e de couve com 2 cm de diâmetro, contendo ovos e ninfas de B. tabaci, respectivamente, foram colocados nos recipientes. A duração e a viabilidade de cada ínstar e da fase pupal de ambas as espécies predadoras alimentadas com diferentes estágios da presa foram avaliados. Larvas de primeiro ínstar de C. externa apresentaram desenvolvimento mais lento quando alimentadas com ovos de B. tabaci biotipo B monstrando influência do estágio da presa fornecida no período de desenvolvimento do predador. O mesmo não ocorreu para a espécie C. cincta. O desenvolvimento de larvas de primeiro ínstar de ambas as espécies predadoras foi semelhante quando foram alimentadas com ovos de B. tabaci; porém C. cincta apresentou período de desenvolvimento mais longo (5,4 dias) comparada a C. externa (4,0 dias) quando alimentada com ninfas da presa. Para larvas de segundo e terceiro ínstares e para a duração da fase larval não houve influência do estágio da presa fornecida (ovo ou ninfa) no período de desenvolvimento. A duração do segundo ínstar foi maior para C. cincta do que para C. externa (4,8 e 4,1 dias, respectivamente). Porém a duração do terceiro instar foi maior e da fase larval foi menor para C. externa (6,6 e 15,3 dias, respectivamente) do que para C. cincta (6,4 e 16,7 dias, respectivamente). A viabilidade dos ínstares foi acima de 90% para ambas as espécies. No entanto, menor porcentagem de viabilidade da fase de pupa foi registrada para C. cincta, quando alimentada com ovos (30%) ou ninfas (55,6%).
(The abstract is excluded from the Creative Commons licence and has been copied with permission by the publisher.)
(original language: Portuguese)
Full text of article
Database assignments for author(s): Alexander M. Auad

Research topic(s) for pests/diseases/weeds:
biocontrol - natural enemies
Research topic(s) for beneficials or antagonists:
general biology - morphology - evolution


Pest and/or beneficial records:

Beneficial Pest/Disease/Weed Crop/Product Country Quarant.


Bemisia tabaci biotype MEAM1
Chrysoperla externa (predator) Bemisia tabaci biotype MEAM1
Ceraeochrysa cincta (predator) Bemisia tabaci biotype MEAM1